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Archive for the 'Londres' Category
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Quem mora em cidade grande vê na locomoção sempre um grande problema: o metrô que nunca chega onde precisamos, ônibus lotados, táxis com valores exorbitantes à partir dos aeroportos internacionais. E a gente fica se perguntando se existe uma cidade onde o transporte público possa ser usado como exemplo. Para mim a resposta para essa pergunta é “sim” e a cidade em questão é Londres.
Dirigindo em Londres
O mais fácil a se fazer é utilizar o sistema público de transporte ou mesmo um táxi. Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de dirigir um carro pelo lado direito, certamente a locação de um automóvel vai parecer uma idéia tentadora, mas a adaptação pode não ser tão simples nos primeiros momentos; e mais importante, em algumas locadoras vários ítens do seguro não são cobertos pelo fato de, no seu país de origem, dirigir-se o carro pelo lado esquerdo. É sempre bom prestar atenção nisso antes de alugar um carro.
Existe em Londres a chamada “Taxa de Congestionamento”, que na verdade é uma espécie de pedágio que é pago para se circular nas áreas mais movimentadas da cidade e o seu não pagamento acarreta em multa. Para maiores informações sobre valores e área, visite o site da Congestion Charging.
Um outro fator para o qual se deve atentar são as sinalizações de limite de velocidade. Os valores são em Milhas por hora (mph) e não Quilometros por hora (km/h) como estamos acostumados.

Metrô
O metrô, como em qualquer grande metropole, é na minha opinião o modo mais rápido de se locomover pela cidade. E a melhor coisa em Londres, pelo menos para o viajante, é a compra do Oyster Card, um cartão que pode ser adquirido nas próprias estações do metrô, que lá é chamdo de Tube. O saldo não expira e pode ser recarregado pela internet, sempre algo interessante.
Algumas coisas no Tube de Londres são um pouco diferente do que talvez estamos acostumados nas grandes cidades brasileiras: a primeira é a enorme quantidade de linhas (um total de 12) – É sempre bom fazer o planejamento da sua viagem de metrô.
A segunda é o custo da passagem que se diferencia pelas zonas em que deseja trafegar. É sempre bom verificar se seu saldo é suficiente para chegar até a estação que deseja, pois você deve passar o cartão na leitora tanto na entrada quanto na saída.
A última grande diferença que vale a pena ser mencionada é que, trêns de diversas linhas passam pelo mesmo conjunto de trilhos e são diferenciados pela cor. Diferentemente de São Paulo, por exemplo, onde cada uma das linhas tende a ficar em um “andar” diferente da estação, os trens em Londres costumam compartilhar o mesmo conjunto de trilhos e ficar no mesmo “andar” em grande parte dos casos. Para facilitar, muitas plataformas têm painéis eletrônicos indicando a linha e o destino dos dois ou três próximos trens e também o tempo de espera até sua chegada.

Ônibus
Os famosos ônibus vermelhos de dois andares (Routemaster) já não são tão comuns na cidade, a não ser em algumas linhas mais turísticas e são os únicos que ainda tem cobrador. A frota hoje é mais moderna, confortável e preparada para o transporte de deficientes físicos e, para esses ônibus é necessário que se compre o bilhete antes de embarcar. Os Oyster Card também valem para as viagens de ônibus.
